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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Olívia promete medidas para contornar desemprego

A secretária estadual de Trabalho, Renda e Esporte, Olívia Santana (PCdoB), falou na manhã de ontem sobre as suas expectativas à frente da pasta, após sair da Secretaria de Políticas para Mulheres. “O Brasil está vivendo um momento desafiador em crise política. Isso cria um cenário desfavorável ao trabalhador. Temos que colaborar com a macroeconomia, é preciso pensar em possibilidades de geração de renda”, defendeu em entrevista à rádio Metrópole. “Voltei entusiasmada de Monte Santo, que agrega 18 produtos de economia solidária. Eles trabalham com licurí, vendem compotas, doces, salgados. Já temos o centro público de economia solidária que atende ao semiárido. Ele será fortalecido com os centros de vocação tecnológicas, voltada para o guaraná. O maior produtor de guaraná do Brasil é a região do Baixo Sul. Teremos um centro de vocação também em Itabuna, voltado para o cacau”, sinalizou. Apontada como a favorita de Rui Costa (PT) para se candidatar à prefeitura de Salvador, a comunista também explicou por que não se lançou na disputa. Segundo a comunista, o que pesou foi o “compromisso” com Alice Portugal (PCdoB). “O PCdoB já tinha escolhido Alice. Nós já vínhamos com nome de Alice há algum tempo. Ela ia ser candidata em 2008 e retirou seu nome para apoiar Walter Pinheiro. Então, já havia esse compromisso do PCdoB com ela”, disse.  Olívia também comentou brevemente as eleições para a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), em cujo processo o PCdoB atuou de forma determinante, sobretudo na decisão de Marcelo Nilo (PSL) se retirar da disputa. No início do mês, ela já havia justificado o apoio da legenda a Ângelo Coronel (PSD). “Quem já viveu o parlamento sabe que as articulações começam cedo. Nós do PCdoB trabalhamos muito pela unidade, temos o maior respeito por Marcelo Nilo, mas sabemos da necessidade da renovação. Somos da bancada do governador Rui Costa, tivemos a orientação do governador. Nesse sentido, a mudança que houve foi no sentido de que a Assembleia não tivesse um enfrentamento, uma batalha final no campo de apoio do governador. Temos que entender que fazemos parte de um mesmo bloco”, declarou. “Já tínhamos feito conversas nessa direção de ter um candidato único, ou talvez retirar as duas candidaturas e apresentar uma que fosse de consenso, mas isso não aconteceu, e por isso acho que foi importante a retirada da candidatura de Nilo, que foi em nome de algo maior: não fraturar a base aliada. Então acho que tivemos um bom resultado nesse sentido”, acrescentou. (GR)

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