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quinta-feira, 28 de março de 2019

VALENÇA: Saiu no Diário Oficial: Irmã do Prefeito de Valença é nomeada Secretária de Administração

Atualmente, o Prefeito Ricardo Moura mantém em cargos de sua inteira confiança, a sua ex-esposa e a sua irmã que cuidará da administração do município. Rosana Silva Moura, irmã do prefeito Ricardo Moura, foi oficialmente nomeada como Secretária de Administração do município de Valença, na manhã desta quinta-feira (28). Os rumores já circulavam no Paço Municipal, quando a informação extraoficial foi divulgada na tarde da última terça-feira (26), pelo Site Livre Notícias. Atualmente, o Prefeito Ricardo Moura mantém em cargos de sua inteira confiança, a sua ex-esposa Margarete Portugal como Secretária de Ação Social e agora a sua irmã, que passará a cuidar do setor Administrativo do município. Rosana, que já ocupou cargo de Secretária Parlamentar na Assembleia Legislativa da Bahia – AL-Ba, através de indicação do deputado democrata Sandro Régis, agora substitui Sinésio Cabral Neto, que comandou a pasta há dois anos e três meses. Caso de nepotismo em São Paulo gera afastamento de esposa e irmão do Prefeito, de Secretarias municipais. Em 2016, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu à Justiça, o imediato afastamento dos secretários municipais de Administração e Finanças, Hedmar Batistela, e de Assistência Social, Juliana Ricci Batistela, de Taciba, no estado de São Paulo. Eles são, respectivamente, irmão e esposa do prefeito Hely Valdo Batistela (PP), que é acusado de nepotismo pela Promotoria em uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa, ajuizada no Fórum da Comarca de Regente Feijó. Com as nomeações, o MPE afirmou categoricamente que Hely, na qualidade de prefeito, “praticou ato de improbidade administrativa”. “Juliana e Hedmar foram beneficiados pelo ato de improbidade, recebendo salários da administração, de modo que devem ser responsabilizados solidariamente”, frisou. Outras violações citadas na ação, são contra os princípios da impessoalidade, da moralidade, ético e da eficiência. No documento, a Promotoria também fez diversos questionamentos para chegar à conclusão de que houve “desvio de finalidade pública”. O MPE também entende que a colocação da esposa e do irmão de Hely como titulares das pastas de Assistência Social e de Administração e Finanças do município configura “ato estratégico do gestor, por se tratar de áreas com vinculação direta à imagem do prefeito”. Veja este caso que aconteceu no estado de São Paulo, na íntegra no G1. Fonte: fortedanoticia.com.br

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