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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Políticas públicas para o rural baiano são debatidas pela SDR e Fetag

Dando continuidade ao diálogo com os movimentos sociais do campo, foi realizada, nesta quinta-feira (11), uma reunião com dirigentes da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a diretoria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado da Bahia (Fetag). O encontro aconteceu na sede da Fetag, em Salvador. O titular da SDR, Josias Gomes, fez uma breve contextualização histórica da agricultura familiar no Brasil, que, segundo historiadores, já existe há cerca de 450 anos. Mas, depois de muitas lutas e esforços coletivos, só nos últimos 16 anos esse segmento passou a ganhar visibilidade pelo Governo Federal, com ações específicas e investimentos em infraestrutura, assistência técnica e extensão rural (Ater), acesso à tecnologia e a crédito, para que a agricultura familiar pudesse crescer. Foi nesse contexto que as organizações e movimentos sociais cresceram em número e se fortaleceram.
“Todas essas ações resultaram na melhoria da qualidade de vida de agricultores familiares, que tiveram sua autoestima elevada. A partir daí a SDR foi criada em uma ação inovadora do Governo do Estado, com o propósito de ser um elo de ligação com os movimentos sociais do campo, o que vem contribuindo para a execução de políticas públicas qualificadas e direcionadas para as demandas apresentadas”, destacou o secretário da SDR, Josias Gomes.  
João da Cruz, presidente da Fetag-BA, explicou que essa é mais uma reunião para estreitar a relação institucional com a SDR e dar continuidade à parceria com o Governo do Estado, por meio da SDR: “O objetivo é que nós tenhamos, daqui a três anos e meio, os resultados lá na ponta, que é o desenvolvimento da agricultura familiar de forma sustentável e solidária”.
Durante o encontro os presentes debateram sobre a importância das ações realizadas em parceria, a exemplo de temas como o da Ater e políticas públicas específicas para mulheres e jovens, dentre outras ações voltadas para a agricultura familiar. Foi ressaltada ainda a necessidade de realizar um levantamento do impacto das ações realizadas nos últimos anos, na vida dos agricultores familiares diretamente atendidos com as políticas públicas do Governo do Estado, para que os resultados sejam apresentados. ASCOM

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