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terça-feira, 16 de abril de 2019

Rui Costa diz que governo federal deve R$ 2 bilhões à Bahia

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), disse, ontem, que a União deve R$ 2 bilhões ao estado. Segundo o petista, ele tem pleitado a liberação deste recurso. “(Muitos) servidores trabalharam 10 anos na iniciativa privada e contribuíram durante 10 anos com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Depois, fizeram concurso público e se aposentaram no estado. Esses 10 anos de contribuição não pertencem ao INSS. Pela lei, pertence ao estado, porque a pessoa se aposentou pelo estado. Então, o correto, pela lei, é o INSS passar esse recurso para o estado. A Bahia tem, por exemplo, para receber da União R$ 2 bilhões, somando tudo o que aquelas pessoas, que hoje estão aposentadas como servidores públicos, quando eram da iniciativa privada depositaram no INSS”, declarou, durante a viagem 500 do governador Rui Costa, em Morro do Chapéu, na região da Chapada Diamantina. Além disso, o governador afirmou também que o governo federal tem outras dívidas com a Bahia, como na obra do metrô de Salvador. Segundo ele, a União deve R$ 180 milhões na obra. Rui Costa voltou a falar ainda sobre a greve dos professores das quatros universidades estaduais baianas (UNEB, UESC, UEFS e UESB). Segundo ele, a conversa será mantida com categoria, mas o governo não pretende anunciar mais nenhuma medida para encerrar a paralisação.  De acordo como o chefe do Palácio de Odina, já  foi oferecido aos docentes a promoção na carreira, e investimento de R$ 36 milhões nas instituições. "O que eu tinha para anunciar já anunciei, que é flexibilização do número de vagas de cada carreira, permitindo assim a liberação de promoções. E investimento de R$ 36 milhões.  Isso é o que podemos fazer. Não vou, para nenhuma categoria, anunciar e fazer coisas que eu não tenha segurança de que posso pagar", afirmou.  Sobre a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de intervir na Petrobras para evitar a subida do preço do diesel, Rui Costa defendeu que a estatal mude sua política de preço. “O Brasil precisa definir uma regra que não seja do governo e sim do Estado, para que dure isso independente do governo", afirmou. Por Rodrigo Daniel Silva

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